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O investimento em métodos de armazenamento na nuvem se tornou comum no mercado. Empresas contratam plataformas da internet para guardar e armazenar seus dados em espaços virtuais. Dessa maneira, as redes de informações se transformam em espaços compartilhados que podem ser acessados de qualquer lugar.

Nos últimos anos — e principalmente no contexto do trabalho remoto — esse recurso de TI emergiu sob grande demanda, e a escolha estratégica deste serviço precisou que alguns detalhes essenciais fossem considerados.  

Um desses itens é a segurança de software. As organizações não podem deixar de pensar na proteção de seus dados e aplicativos quando escolherem aproveitar os benefícios da computação na nuvem. É necessário garantir soluções com modelos de proteção rígidos e que, ao mesmo tempo, atendam todas as necessidades do empreendimento. 

A segurança no Cloud Computing deve exigir protocolos robustos para reduzir e evitar o impacto que qualquer ataque cibernético ou vazamento de informações possam causar. Dessa forma, algumas práticas sobre o uso e até mesmo a escolha do serviço pode ser útil para assegurar a integridade dos dados corporativos.  

O que é Cloud Computing?  

Como vimos, Cloud Computing ou computação em nuvem é o serviço de armazenamento de dados que permite o acesso a redes de informações quando quiser e de onde estiver. Também, por meio dela, recursos e aplicativos podem ser compartilhados e integrados a qualquer dispositivo à distância, desde que tenham as devidas permissões de acesso.  

Além de tudo, este recurso é definido como uma maneira alternativa da entrega dos serviços de TI. A empresa adquiri um provedor na nuvem e garante o acesso aos recursos de tecnologia da informação conforme suas necessidades ou demandas. Essas funções podem ser um backup de dados, o uso de e-mails e softwares, servidores virtuais, entre outros.  

Desse modo, o negócio ganha mais escalabilidade e agilidade nos processos, pois a escolha pelo aumento e diminuição da contratação dos recursos ficam sob o controle da empresa.

Resumidamente, a principal característica e diferença do Cloud Computing para o armazenamento comum na nuvem é que ele possui flexibilidade em seu modo de uso, ou seja, é um serviço que pode ter sua capacidade ajustada de acordo com as demandas e recursos necessários.  

Cloud Computing

Quais as vantagens do Cloud Computing? 

São diversas as vantagens do Cloud Computing. Uma delas, por exemplo, é o uso de hardware. Com o processamento alocado na nuvem, qualquer pessoa que deseja utilizá-lo precisa apenas de uma boa conexão de rede e acesso a um navegador.

Também, a chamada elasticidade citada anteriormente é um grande benefício, já que a empresa pode escolher quando precisará de mais ou menos espaço de armazenamento, sem a necessidade de trocar equipamentos ou aparelhos.  

Tudo isso pode ser vinculado a economia de custo, pois as organizações deixam de comprar e construir as próprias ferramentas e servidores, que geram alto custo de criação e manutenção, além de muito tempo para desenvolvimento.

Usando a computação em nuvem, o valor investido é apenas o de contratação do serviço ou do upgrade de recursos adicionais necessários.  

A escalabilidade e a agilidade são fatores de vantagem nítidos, porque o Cloud é um repositório que pode disponibilizar os meios de trabalho e dar acesso fácil às informações em qualquer lugar.

Além disso, a capacidade de armazenamento é praticamente ilimitada. Também, as empresas dispõem de backups e recuperação de arquivos para assegurar que qualquer dado ou histórico não seja perdido.  

Porque a segurança de software na nuvem é importante? 

Segundo pesquisa realizada pelo IDC (Brasil International Data Corporation), uma consultoria de pesquisa de mercado, o crescimento da computação na nuvem foi de 13,5% em 2019, equivalente a USD 2.787MM. Até o final de 2020, a previsão é de que o Cloud Computing progrida mais de 35% no setor de serviços.

A adoção por esse tipo de recurso está aumentando diariamente no mercado e, com isso, o lançamento de produtos cada vez mais inovadores chegam para atender as empresas.  

Deste modo, é imprescindível que a segurança de software na nuvem seja colocada em primeiro lugar. A transformação digital tem exigido políticas de segurança cada vez mais reforçadas e, atualmente, medidas jurídicas já são tomadas para garantir que alguns tipos de dados sejam devidamente protegidos, como as informações pessoais regidas pela nova lei de dados da LGPD.

Nesse contexto, o armazenamento na nuvem também pode incluir e oferecer essa funcionalidade e, por este motivo, deve ser selecionado e contratado de maneira estratégica. Com isso, as corporações podem evitar ocorrências como perda de dados e acessos não autorizados.  

Práticas de segurança no Cloud Computing 

Um cenário em que a violação de dados e ataques digitais são cada vez mais frequentes, as boas práticas de proteção são ações mínimas necessárias em uma empresa. A seguir, você pode conferir algumas ações de segurança no Cloud Computing que vão fazer toda a diferença na proteção das informações do seu negócio.  

1. Permissões de acesso e compartilhamento 

Assim como a computação na nuvem possibilita o acesso simultâneo, ela também precisa de fortes restrições de permissões e compartilhamento de informações. Por isso, é importante que todas as movimentações possam ser rastreadas para a certificação de que somente pessoas autorizadas chegam até a informações restritas da empresa, além de impedir qualquer falha na segurança da informação. 

2. Senhas de acesso  

Saiba criar senhas de acesso fortes. Não seja óbvio! Combine sequência e caracteres que não sejam facilmente acessados. Aposte no controle e no gerenciamento preciso destas informações. E, ainda assim, é aconselhável que as senhas sejam alteradas com certa regularidade.

3. Softwares de antivírus 

Algumas das falhas que podem acontecer no Cloud Computing é devido aos aplicativos acessados. Por isso, é essencial manter o serviço e seus sistemas bem protegidos de invasões hackers e vírus. Uma boa prática é manter as máquinas que acessam a nuvem na operação do dia a dia com a proteção antivírus sempre atualizada.  

4. Uso de criptografias

A criptografia de dados transforma as informações em códigos que precisam ser traduzidos — ou, mais idealmente, descriptografados — para serem processados e lidos. Isso eleva o nível de proteção dos dados que os usuários da empresa estão recebendo ou enviando e pode ser feito através de uma rede virtual privada (VPN).  

5. Profissionais de TI especializados 

Tenha técnicos de TI capacitados para exercer as atividades de prevenção e lidar com qualquer questão de segurança da informação.

As organizações estão protagonizando seus setores de TI diante da realidade do home office para lidar com todo tipo de tecnologia que pode ser utilizada de forma assíncrona pelos colaboradores. Além disso, esses profissionais precisam estar preparados para prestar todo suporte necessário quando for solicitado.  

Empresas que não possuem equipes de TI alocadas ou especializadas em Cloud Computing, podem contar com parceiros terceirizados e até optar pelo serviço de field service, em que um técnico pode ser enviado para qualquer loja, filial ou local onde for solicitado.