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setor de TI evoluiu em sua posição de importância nas empresas, principalmente com o avanço no uso de tecnologias que permitiram o tratamento das informações. A área passou a ter mais relevância por ser a responsável fundamental no gerenciamento e controle de dados, sistemas e ferramentas que impactam diretamente na qualidade dos serviços prestados e dos produtos fornecidos.

Com essa visão, é necessário que todos os recursos que integrem o bom funcionamento dessas atividades estejam devidamente alinhados com os objetivos da organização. É nessa situação que são aplicadas práticas de governança de TI, para garantir que todos os esforços estejam otimizados com clareza em prol de uma única meta.  

A Tecnologia da Informação tornou-se agente transformador da gestão organizacional. Pensar na implementação de formatos e metodologias que estimulem o desenvolvimento potencial do setor é um investimento significativo para os lucros da empresa e uma das chaves para o sucesso do negócio.

Dessa forma, a governança de TI surge para aprimorar a já gestão realizada, ou seja, ela orienta as lideranças da área em um nível macro, com o objetivo de direcionar sua tomada de decisão de maneira estratégica.  

O conceito da governança de TI está atrelado às estratégias de planejamento globais de uma empresa, diferente da gestão de TI, que visa administrar os trabalhos e entregas do dia a dia. Apesar de parecer simples, muitos gestores e profissionais de TI ainda têm dúvidas sobre a aplicação e a definição dessa prática.

É por isso que, nesta leitura, você poderá saber mais sobre o que e como aplicar a governança de TI. Confira ainda suas principais vantagens e benefícios na rotina corporativa desse setor e como ela pode impactar nos resultados almejados da sua organização. 

O que é governança de TI? 

A governança de TI atua com o direcionamento dos processos de TI. Ela monitora o cumprimento das políticas e regras estabelecidas para garantir que os serviços e entregas da área estão sendo conduzidos conforme os objetivos da empresa. Por essa razão, a governança de TI e a governança corporativa são itens interligados, por se tratar de um conjunto de práticas derivadas das normas da instituição.

O trabalho de governança de TI garante que os objetivos estratégicos da empresa, dependentes também da área de tecnologia, sejam alcançados. Além disso, ela reduz as chances de falhas ao longo dos processos e entregas.  

Diversas fontes definem a governança de TI como a “gestão da gestão”. Essa relação explica de maneira simplificada o importante papel dessas regras no auxílio de rumos que técnicos, executivos e até pessoas usuárias do serviço de Tecnologia da Informação precisam ter para dispor de uma solução que funcione com excelência.

Ainda que a responsabilidade da governança de TI seja gerir de maneira conjunta as ferramentas, recursos e entregas da área, talvez o seu principal desafio esteja em manter todo seu funcionamento de maneira sincronizada e sem que o processo se torne um entrave.

Contudo, também é preciso entender que investir nessas ações afirmam a dimensão que o setor de TI tem frente aos alcances das metas de negócio. Isso porque essa não é somente uma área de suporte aos sistemas da informação, mas um segmento fundamental na composição da estratégia de qualquer empresa.  

Qual a diferença entre gestão e governança de TI? 

Nas funções de gerenciamento de uma empresa, a governança e a gestão de TI são aplicações complementares, mas que atuam em diferentes atribuições. Como visto, a governança de TI se trata das definições e controles do trabalho executado pelo departamento de TI, bem como o acompanhamento das regras estabelecidas para seu funcionamento.

Já a gestão de TI, mantém os serviços em pleno funcionamento, promovendo seu desenvolvimento e qualidade das entregas, de modo a atender a expectativa de seus públicos e manter a satisfação do cliente.  

Em seu escopo integral, o gerenciamento de TI inclui a administração de toda infraestrutura do setor. Dessa forma, essa é uma rotina que pode conter:  

  • a coordenação de toda a equipe; 
  • a organização dos processos; 
  • a priorização dos trabalhos, chamados ou iniciativas; 
  • a mobilização e a capacitação dos profissionais de TI; 
  • a definição e o acompanhamento de indicadores de desempenho, SLA de TI e outros.  

São diversas as ações táticas e operacionais na gestão de TI. Dessa maneira, enquanto a governança age como mecanismo protetor do negócio, partindo de regulamentações e políticas da tecnologia da informação, o gerenciamento controla o cotidiano fundamental para gerar bons resultados a empresa.  

Benefícios da governança de TI 

Empresas que utilizam tecnologias e que estão frequentemente antenadas em seus avanços passam a ter um diferencial competitivo. Desse mesmo modo, a governança de TI é considerada um gerador de valor frente aos concorrentes e ao mercado, pois ela reúne um conjunto de práticas capaz de gerar novos resultados a partir das possibilidades que os sistemas e ferramentas tecnológicas propiciam.

Ainda, ela garante maior concisão sobre a segurança da informação, já que este é um dos seus principais fundamentos. A governança de TI sustenta a proteção de dados a partir de regras e padronização dos processos.  

Quando aplicada, ela também promove o conhecimento mais amplo dos trabalhos de TI por mais pessoas e áreas da organização. A priorização de demandas e os processos difundidos pelo setor são os principais responsáveis pela eficácia tecnológica e operacional dos recursos investidos.

São alocados os serviços e suporte nas necessidades certas. Em vista disso, outro benefício de impacto é a otimização de custos, pois identificar, e priorizar as iniciativas corretas, reduz gastos desnecessários, sejam eles financeiros, de pessoas ou de tempo.  

Como aplicar a governança de TI? 

Aplicar a governança de TI exige planejamento. Sua implementação precisará de um raio-x estratégico do negócio para incorporar ações sobre todas as necessidades e, seu aperfeiçoamento, requer medidas pensadas em todas as perceptivas de prazo, pois ela executa medidas contínuas.

Comece traçando um plano estratégico de TI. Essa etapa terá que analisar toda a composição do setor, como os projetos, processos, serviços, desempenho, infraestrutura e riscos do departamento. Dessa forma, poderão ser mapeados os pontos de padronização, concertos e avanços do setor, com o propósito de garantir que as coisas funcionem da melhor forma possível.  

Com essa visão de estrutura, a priorização de serviços começa a ser definida, bem os projetos e entregáveis da área de tecnologia, conforme as expectativas e acordos estabelecidos — e sempre no intuito de assegurar a satisfação do consumidor final. Contudo, para implementar as boas práticas da governança de TI com sucesso, mitigar todos os riscos e entregar resultados de valor para o negócio, esboce um plano nos mínimos detalhes.  

Quando necessário, entre em contato com empresas que são autoridade no assunto e garanta maior assertividade nessa implementação.

Investir na governança de TI é apostar no diferencial do seu departamento e da sua empresa. As vantagens e benefícios que a sua aplicação garante aos produtos e serviços entregues pela área são caminhos fundamentais para conquistar o sucesso do seu negócio por meio da tecnologia.