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O mercado tecnológico evoluiu muito nos últimos anos, permitindo que empresas desenvolvessem estratégias no setor de TI para impulsionar diversas áreas internas nos negócios. Contudo, fazer uma implementação na área de tecnologia da informação — assim como outros departamentos —, requer planejamento: a análise de custos é fundamental para que esse investimento tenha um bom retorno. Neste artigo, vamos falar sobre custos a serem considerados ao montar um setor de TI em sua empresa.

1. Custos em TI – Infraestrutura

Para o exercício de qualquer trabalho, a infraestrutura é essencial — e aqui não seria diferente. É importante contabilizar os gastos com um equipamento funcional capaz de suprir as necessidades da empresa. Como o TI está em crescimento constante, é válido ter máquinas atualizadas.

Tão fundamental quanto as ferramentas de trabalho é o ambiente, que também deve ser projetado para lidar com a temperatura das máquinas, a fim de reduzir as chances de eventuais manutenções desnecessárias. A estabilidade da prestação do serviço deve andar junto à infraestrutura, o que mostra a necessidade desse investimento para o negócio fluir.

2. Serviços

Os custos do setor de TI englobam todas os investimentos necessários para operar as atividades virtuais, sendo um dos maiores gastos desse departamento!

 Entre os exemplos mais conhecidos, podemos citar:

  • licenças;
  • servidores;
  • armazenamento;
  • largura da banda;
  • gastos relacionados à infraestrutura.

O objetivo de investir em um serviço de qualidade é manter a estabilidade do trabalho, garantindo um servidor com alto uptime — medição do tempo que o sistema está ligado desempenhando suas funções. O ideal na hora de planejar a gestão de custos, é fazer — também — uma expectativa de gastos mensais ao deixar as plataformas em funcionamento.

3. Manutenção

Qualquer pessoa que trabalhe na área de informática e tecnologia sabe como as manutenções são extremamente frequentes: a peça de uma máquina que queimou, um mouse que funciona mal, servidores que são suspensos, etc. fazem parte do dia a dia desses profissionais.

É fundamental manter atenção nesses gastos. Geralmente, quando contabilizados individualmente, eles não têm um impacto grande na receita, mas, ao final de um período, podem influenciar — muito — nos ativos da empresa.

Para reduzi-lo, além de práticas corretivas, invista em manutenções preventivas. Dessa forma, você pode identificar problemas menores e corrigi-los antes que algum dano maior comprometa uma máquina ou um sistema maior do seu negócio. O acompanhamento periódico é um dos maiores responsáveis pela economia em manutenção, então, é bom ficar atento!

4. Equipe

Uma boa empresa nada mais é do que um time preparado e capacitado para atender às expectativas dos clientes. A equipe é um dos maiores gastos — senão o maior — de qualquer corporação: cada funcionário demanda uma parcela da receita da empresa, seja para pagamento de salários, cursos de capacitação, resolução de erros ou demais burocracias.

Gestores devem fazer uma análise estratégica de cada colaborador: não busque funcionários baratos! Procure aqueles capazes de trazer um retorno claro para o seu negócio. O ideal é contratar pessoas capazes com pagamentos compatíveis com os do mercado, lembrando sempre de oferecer oficinas ou outros meios para ajudá-los a se tornarem melhores profissionais.

Investir neles é investir na sua própria empresa, retendo talentos, melhorando a qualidade do serviço prestado e aumentando os lucros! E então, leitor? Entendeu quais são os gastos principais ao montar um setor de TI e como fazer para reduzir esse impacto?

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